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Mistério! Após 2.000 anos, sementes de tamareira germinam em horta

Árvores nascem todos os dias, aos montes, sem qualquer conhecimento humano. Mas não originárias de sementes de 2.000 anos, encontradas em sítios arqueológicos próximos do Mar Morto — esse fato por si só está intrigando um grupo gigantesco de cientistas. O fato de sementes com tanto tempo ainda germinarem foi tema de um estudo na revista científica Science Advances

As seis sementes têm até nome (Adão, Jonas, Uriel, Boaz, Judite e Ana) e germinaram recentemente em uma comunidade de Israel

Assim que a tamareira floresceu, ganhou nome também: Matusalém, o homem que mais viveu, segundo a Bíblia

Tudo aconteceu meio por acidente, segundo uma matéria do site The Atlantic

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Sarah Sallon, médica do Hadassah Medical Center, plantou uma das sementes em 2005, interessada na possibilidade delas florescerem. E deu certo. Como cientista, ela decidiu estudar melhor como sementes tão antigas puderam florescer, e plantou mais algumas preservadas de sítios arqueológicos

Das 32 testadas por ela e sua pequena equipe, seis floresceram

As hipóteses para algo assim acontecer envolvem a região onde elas foram achadas: o Mar Morto

Além da alta concentração de sal, a região também fica a 430 metros ABAIXO do nível do mar, o que diminui a quantidade de radiação que incide sobre a região

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Esse detalhe ajuda na preservação de material orgânico depositado ali

Mas fora isso, não existem muitas certezas quando o assunto envolve essas sementes, como mostra essa imagem com o estudo da diversidade genética delas

Por hora, o experimento é um sucesso, uma vez que as tamareiras não apenas floresceram, mas também são férteis

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Mas os biólogos alertam que, mesmo que se reproduzam entre si, as tamareiras milenares não necessariamente carregarão o mesmo DNA das tamareiras da época

Às vezes, cientistas descobrem coisa ainda mais intrigantes, como um monge que estava dentro de uma estátua antiga. Veja a seguir essa história bizarra!

Um consórcio internacional de cientistas resolveu estudar algo que era vagamente conhecido desde os anos 90: a presença de uma múmia dentro de uma estátua budista de mais de mil anos exposta em um museu holandês. O que eles encontraram foi assustador demais!

Para descobrir o que tinha dentro dessa estranha estátua sem sombra de dúvidas, eles utilizaram tomografia computadorizada

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Ao colocar a estátua dentro da máquina de exames, eles acharam o corpo perfeitamente conservado de um monte budista

Segundo as descobertas, a auto-mumificação não era algo tão incomum para monges

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Mas um corpo ser conservado dentro de uma estátua é algo sem precedentes

Segundo o paleontólogo alemão Wilfrid Rosendahl, esse "é o único exemplo encontrado no mundo", disse ele em entrevista ao jornal Telegraph. Ele afirma que possivelmente a estátua ficou exposta em um mosteiro do Tibet no século 10 antes de ser colocada em uma estátua

Segundo os dados levantados da pesquisa, o monge tinha entre 30 e 50 anos

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A estátua e o esqueleto foram estudados em um laboratório da Holanda, por um grupo de cientistas da Alemanha, Itália e Holanda

Usando um endoscópio os cientistas coletaram partes internas da estátua

E através do aparelho descobriram que os órgãos internos da múmia haviam sido removidos e substituídos por maços de papel

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Os papeis continham caracteres chineses não decifrados

A descoberta com a tomografia foi feita em 2015, cerca de quatro décadas após a estátua ser comprada por um colecionador holandês. Na época, ele não fazia ideia do que a "obra de arte" guardava dentro de si

Mumificar a si próprio era um processo comum entre os monges Sokushinbutsu, do Japão. A prática durava quase 10 anos (3 mil dias) para ser completada. Durante os primeiros 1000 dias, eles bebiam muito menos água e comiam sementes, além de fazer exercícios

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Após perderem bastante gorda e líquido, eles passavam a comer apenas raízes, laxantes e toxinas para se livrarem de bactérias e fungos. A terceira parte consistia em esperar a morte, fechados em uma pequena com apenas um tubo para respirar e um sino para avisar que estava vivo. Quando ele morresse, de fome, o caixão era vedado por mais mil dias para depois ser aberto. Se o corpo estivesse conservado, o monge seria considerado "um buda vivo".  As histórias contam que apenas 24 dos Sokushinbutsu conseguiram permanecer intactos e hoje são exibidos.

Em 1800, a prática foi proibida pelo governo japonês

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